quarta-feira, 26 de agosto de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
A Partícula de Deus
“Preenchidas totalmente com Brahman estão as coisas que
vemos,
preenchidas totalmente com Brahman estão as coisas que
não vemos,
de Brahman flui tudo o que existe:
de Brahman, tudo - todavia,
ele ainda é o mesmo.”
(Vedas - Upanishads)
O mestre mestre védico Sri Sri Ravi Shankar fala sobre a chamada "partícula de Deus". Esta partícula era citada nos ancestrais textos védicos. Vale a pena assistir.
A Física Quântica Encontrou a Partícula de Deus?
Cientistas do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), após anos de trabalho, afirmaram haver detectado uma
partícula subatômica denominada Bóson de Higgs, também conhecida como
"partícula de Deus".
O Bóson de Higgs tem este nome em homenagem ao físico
britânico Peter Higgs, o primeiro a acreditar na sua existência. A ideia veio a Higgs durante uma caminhada num fim de semana pelas montanhas da Escócia.
Importantes
trabalhos teóricos a respeito da mesma partícula também foram desenvolvidos pelos físicos belgas Robert Brout
e François Englert.
O Bóson de Higgs ficou conhecido como "partícula de
Deus", porque, assim como Deus, estaria em todas as partes - uma espécie de matéria prima básica do universo. Sua comprovação definitiva, no entanto, continua em curso.
segunda-feira, 9 de março de 2015
Ciência Quântica e Reencarnação
Seria, enfim, o encontro da espiritualidade com a ciência? Pelo que apreendemos nas últimas pesquisas, cada vez a ciência chega mais perto do espírito, provando que a tradição védica, fonte do conhecimento eterno, sempre esteve certa.
Pouco sabemos hoje dos Vedas, no mundo ocidental. Mas esse conhecimento ancestral deu origem a todas as religiões, embora muitas tenham renegado a fonte, a exemplo do catolicismo que, a partir do século VI, no Segundo Concílio de Constantinopla, resolveu decretar que não existe reencarnação, numa decisão política para agradar Teodora, esposa do Imperador Justiniano.
Transcrevo a matéria a seguir:
Cientistas comprovam a Reencarnação Humana!
Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza.
Alma
Assim, há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo.
Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação?
Ele acrescenta: “Se ele não reviveu e o paciente morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo talvez indefinidamente, como uma alma.”
Pouco sabemos hoje dos Vedas, no mundo ocidental. Mas esse conhecimento ancestral deu origem a todas as religiões, embora muitas tenham renegado a fonte, a exemplo do catolicismo que, a partir do século VI, no Segundo Concílio de Constantinopla, resolveu decretar que não existe reencarnação, numa decisão política para agradar Teodora, esposa do Imperador Justiniano.
Transcrevo a matéria a seguir:
Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir
o que existe além da morte.
Desta vez a ciência quântica explica e comprova que
existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.
Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a
consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” na
Internet, porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo
morre e que pode durar para sempre.
O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza,
eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas
de que isso é possível.
Além do tempo e do espaço Lanza é um especialista em
medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company.
No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também
por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais
ameaçadas de extinção.
Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com
física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a
nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina
que a vida e a consciência são fundamentais para o universo.
É a consciência que cria o universo material e não o contrário.
É a consciência que cria o universo material e não o contrário.
Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz
que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas
para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele
também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim
ferramentas de nosso entendimento animal.
Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de
nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo
ainda existem.
A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ela é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente.
A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ela é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente.
Em um universo o corpo pode estar morto e em outro
continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo.
Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba
não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi
habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um
efeito cósmico vida após a morte.
Vários mundos
Vários mundos
Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza.
São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com
a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos
universos.
Multiverso (multi-universo) é o conceito científico da
teoria que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que
proibiriam a existência de mundos paralelos.
O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.
Na década de 1980, Andrei Linde, cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.
A física Laura Mersini Houghton da Universidade da Carolina do Norte com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo do cosmos existem devido ao fato de que o nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades e que buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos.
O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.
Na década de 1980, Andrei Linde, cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.
A física Laura Mersini Houghton da Universidade da Carolina do Norte com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo do cosmos existem devido ao fato de que o nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades e que buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos.
Alma
Assim, há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo.
Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação?
Segundo o Dr. Stuart Hameroff, uma experiência de quase
morte acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa
o corpo e se dissipa no universo.
Ao contrário do que defendem os materialistas, Dr.
Hameroff oferece uma explicação alternativa da consciência que pode, talvez,
apelar para a mente científica racional e intuições pessoais.
A consciência reside, de acordo com Stuart e o físico
britânico Sir Roger Penrose, nos microtúbulos das células cerebrais que são os
sítios primários de processamento quântico. Após a morte esta informação é
liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele.
Eles argumentaram que a nossa experiência da consciência
é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria
que eles batizaram Redução Objetiva Orquestrada.
Consciência ou pelo menos proto consciência é teorizada
por eles para ser uma propriedade fundamental do universo, presente até mesmo
no primeiro momento do universo durante o Big Bang. “Em uma dessas experiências
conscientes comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da
realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade
cerebral.”
Nossas almas estão de fato construídas a partir da
própria estrutura do universo e podem ter existido desde o início dos tempos.
Nossos cérebros são apenas receptores e amplificadores para a proto-consciência
que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Então, há realmente uma parte de
sua consciência que é não material e vai viver após a morte de seu corpo
físico.
Dr. Hameroff disse ao Canal Science através do
documentário Wormhole: “Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare
de fluir e os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica
dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui
e se dissipa com o universo como um todo.”
Robert Lanza acrescenta aqui que não só existem em um
único universo, ela existe talvez, em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica
pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: “Eu tive uma experiência de
quase morte”.
Ele acrescenta: “Se ele não reviveu e o paciente morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo talvez indefinidamente, como uma alma.”
Esta conta de consciência quântica explica coisas como
experiências de quase morte, projeção astral, experiências fora do corpo e até
mesmo a reencarnação, sem a necessidade de recorrer a ideologia religiosa. A
energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente
em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum
outro nível de realidade e, possivelmente, em outro universo.
Artigo publicado originalmente em inglês no site SPIRIT
SCIENCE AND METAPHYSICS.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Luz: onda ou partícula?
Pela primeira vez, luz é capturada como onda e partícula
simultaneamente
(Reproduzido do site: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/75793-primeira-vez-luz-capturada-onda-particula-simultaneamente.htm)
Há cerca de 200 anos, cientistas têm tentado observar o
comportamento da luz em suas duas formas conhecidas: a de onda de a de
partícula. Essas observações já foram realizadas de forma separada, comprovando
que ela tem essas duas características, mas, até agora, ninguém tinha
conseguido fazer a comprovação de forma simultânea. Um grupo de pesquisadores
da Escola Politécnica Federal de Lausana, na Suíça, foi o primeiro a conseguir
tal feito.
Foi feita uma imagem renderizada mostrando como a luz se
comporta em suas duas formas, mas, em um primeiro momento, só é possível
perceber como ela se parece em forma de onda. Essa onda, entretanto, é composta
com incontáveis pontos de encontro entre fótons e elétrons, quase como se
estivessem construindo um gráfico. Isso, portanto, comprova a característica de
partícula da luz.
Isso só foi possível graças a uma nova abordagem dos
pesquisadores de Lausana. Eles usaram um microscópio ultrarrápido para fazer a
observação em um nanofio metálico que foi atingido por um laser. O laser
adicionou energia às partículas com carga no fio, o que as fez vibrar. A luz
então viajou através do nanofio em dois sentidos. Isso gerou duas ondas que se
chocaram frente a frente e, por isso, a onda final parece estática. Foi esse
momento que o microscópio capturou na imagem.
Esse experimento é um grande passo para a física
quântica, mas pode ser especialmente benéfico para uma área mais específica,
como a computação quântica. Fazer a luz viajar dessa maneira em nanomateriais é
basicamente o que deve acontecer em um computador com essas características. O
que devemos aprender agora é como controlar esse fluxo para transportar
informações na velocidade da luz.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Teoria do Big Bang em Cheque
Pesquisadores quânticos levantam uma nova teoria, sugerindo que o Big Bang nunca ocorreu - em vez disso, o Universo simplesmente vem existindo desde
sempre, sem começo nem fim.
Segue o link para a matéria a seguir:
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
O Código Isaías
Apesar de pouco conhecido ainda, a descoberta do Grande Código Isaías nas
cavernas do Mar Morto, em 1946, revelou as chaves sobre o nosso papel na
criação.
Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura a nosso mundo e, talvez, prevenir as grandes tragédias que poderia enfrentar a humanidade.
Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura a nosso mundo e, talvez, prevenir as grandes tragédias que poderia enfrentar a humanidade.
“Com as palavras de seu tempo, os Essênios nos lembram que toda a oração já foi atendida por Deus.”
Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente como um estado “adormecido” de possibilidade.
A física quântica já foi apelidada de Física das Possibilidades, por nos dizer
que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades
que vamos assimilar em nossas vidas, só devemos “atrair” a que desejamos
através do pensamento.
A partir desta perspectiva, nossa oração baseada nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível, quando temos um desejo sincero, este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo.
A partir desta perspectiva, nossa oração baseada nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível, quando temos um desejo sincero, este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo.
Então já sabemos que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica
que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração
cria o mundo material, nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foi e
continua sendo criado através das nossas mentes coletivas.
Também sabemos que a luz é uma fonte de energia, então...
A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
EXPERIMENTO 1
Neste experimento foi recolhida uma amostra de leucócitos (glóbulos brancos) de
vários doadores.
Estas amostras foram colocadas em uma sala com um equipamento de medição das
alterações elétricas.
Neste experimento o doador era colocado em outra sala e submetido a
"estímulos emocionais“ provocados por vídeos que lhe causavam emoções.
O DNA era colocado em um lugar diferente do doador, mas no mesmo prédio.
O doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava alterações
emocionais (medidas em ondas elétricas) o DNA visualizado através de
microscópios MUITO potentes expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS E SIMULTÂNEAS.
Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do
doador.
O objetivo era saber a que distância poderiam estar separados o doador do seu
DNA para que o efeito continuasse a ser observado. Pararam de fazer provas
quando chegaram a uma distância de mais de 80 quilômetros entre o DNA e seu
doador, e continuaram obtendo o MESMO resultado. Sem diferença e sem atraso de transmissão.
O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo.
Mas o que isto significa?
Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem através
de uma forma de energia não reconhecida com antecipação. Esta energia não é afetada nem pela distância nem pelo tempo.
Não é uma forma de energia localizada, mas uma energia que existe em todas as
partes e todo o tempo.
EXPERIMENTO 2
Outro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e nele se observou o
DNA da placenta humana (a forma mais antiga do DNA) que foi colocado em um
recipiente, onde podiam ser medidas as suas alterações.
Foram distribuídas 28 amostras em tubos de ensaio para um mesmo número de
investigadores previamente treinados.
Cada investigador foi treinado para gerar e EMITIR sentimentos, e cada um podia
ter fortes emoções.
O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos
dos investigadores.
1. Quando os investigadores sentiram gratidão, amor e estima, o DNA respondeu
RELAXANDO e seus filamentos se estirando. O DNA ficou mais longo.
2. Quando os investigadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu SE
ENCOLHENDO.
Tornou-se mais curto e muitos códigos se APAGARAM.
Alguma vez você já se sentiu "carregado" por emoções negativas? Agora
sabemos porque nossos corpos também se afetam.
Os códigos do DNA se conectaram de novo quando os investigadores tiveram
sentimentos de amor, alegria, gratidão, harmonia e estima e em muitos casos
houve a cura física de doenças. Estas alterações emocionais provaram que eram capazes de ir além dos efeitos
eletromagnéticos.
Os indivíduos treinados para sentir amor profundo, foram capazes de modificar a
forma de seu DNA.
Gregg Braden disse que isto ilustra uma nova forma de energia, que conecta toda
a criação. Esta energia parece ser uma REDE TECIDA de forma AJUSTADA, e que
conecta toda a matéria. Essencialmente podemos influenciar essa rede de criação
por meio da nossa VIBRAÇÃO.
(Extraído do livro “Awakenning to Zero Point”, Gregg Braden, enviado por Gena Teresa: https://www.facebook.com/gena.teresa.3?fref=ts)
sábado, 27 de setembro de 2014
Fotografia Quântica - Revolução
Imagens de um gato produzidas por um fóton que
nunca chegou a iluminar a matriz? Mágica? Não; física quântica. Uma extraordinária descoberta, feita por uma brasileira: Gabriela Barreto Lemos. Ela conseguiu provar o que não se pensava ser possível provar; algo Einstein classificou como “assustador”.
Reproduzimos a matéria a seguir:
Diga ‘xis’, gato de Schrödinger!
Técnica de fotografia quântica desenvolvida por
brasileira permite registrar imagens sem que a luz passe pelo objeto e pode ter
aplicações na medicina e na informática no futuro.
Imagine fotografar um objeto sem registrar qualquer luz
produzida ou refletida por ele – só mesmo a física quântica para possibilitar
essa foto 'fantasma', a partir de dois feixes de fótons entrelaçados
quanticamente.
Em geral, uma câmera fotográfica registra a luz que passa
por um objeto e chega à lente. Porém, um novo método de fotografar é capaz de
registrar imagens a partir de feixes de fótons que jamais tocaram o objeto
retratado. Estranho? Deveras, pelo menos do ponto de vista da ciência a que
estamos acostumados em nosso cotidiano. Mas o avanço está relacionado às
propriedades nada intuitivas da física quântica – mais especificamente ao
entrelaçamento ou emaranhamento quântico, uma possibilidade de conexão entre duas
partículas a ponto de qualquer coisa que aconteça a uma influenciar de imediato
a outra.
O trabalho, liderado pela física brasileira Gabriela
Barreto Lemos, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro que
atualmente faz pós-doutorado na Academia Austríaca de Ciências, em Viena,
utilizou dois feixes de fótons gêmeos, os seja, entrelaçados quanticamente.
Eles foram produzidos pela interação de um laser com um cristal não
linear e apresentavam comprimentos de onda distintos: 1.550 nm e 810 nm.
Cada um foi enviado numa direção diferente: o de 1.550 nm
atravessou objetos reais e depois foi descartado (ou seja, não foi coletado por
nenhum sensor). O outro percorreu um circuito livre e depois foi coletado.
Apesar de não ter tido contato com qualquer objeto, ele registrou o objeto que
o ‘irmão’ havia atravessado. No total, foram três pequenas figuras
‘fotografadas’: um pedacinho de cartolina com um recorte em forma de gato, uma
lâmina de silício também com uma imagem de gato gravada e uma placa de vidro
com uma imagem da letra grega ‘pi’.
![]() |
| Foto: Lois Lammerhuber |
O método utilizou um laser verde (A), para criar dois
feixes de fótons com frequências diferentes. O de 1.550 nm (vermelho) atravessa
o objeto (B) e depois é descartado (C), enquanto o de 810 nm (amarelo) nunca
passa pelo objeto, mas registra a imagem ao ser coletado pelo receptor (D).
Vale explicar antes que se passe a ideia errada: não,
caro leitor, Lemos não é aficionada por felinos. Mas gosta de homenagear
aqueles que a precederam: a imagem do gato é uma bem-humorada referência ao
físico austríaco Erwin Schrödinger, um dos grandes estudiosos dos sistemas
quânticos e da natureza quântica da matéria – a analogia do ‘gato de
Schrödinger’ talvez seja o experimento mental mais conhecido para explicar
essa natureza. “Tive a ideia de homenageá-lo por que suas descobertas sobre
superposição, fenômeno ilustrado pelo paradoxo do gato, é um dos
elementos-chave do nosso experimento”, conta a brasileira.
Possibilidades quânticas
Embora seja mais uma importante comprovação do estranho
emaranhamento quântico, o experimento de Lemos, descrito na semana passada na revista Nature,
não se restringe ao campo teórico. Isso porque câmeras sensíveis a baixos
níveis de luz infravermelha, como 1.550 nm, são muito caras e difíceis de
conseguir comercialmente, diferentemente de detectores e câmeras para 810 nm,
bastante acessíveis. “Ao utilizar os dois comprimentos de onda, demonstramos a
possibilidade de ‘iluminar’ com um deles, para o qual não é trivial encontrar
um detector, e fazer o registro com o outro”, diz.
![]() |
| Imagem: Gabriela Barreto Lemos |
Por meio da nova técnica, os pesquisadores registraram
imagens de um gato recortado em um pedaço de cartolina e outro gravado em uma
placa de silício, em referência ao ‘gato de Schrödinger’, analogia criada para
explicar a natureza quântica da matéria.
Os materiais utilizados também ajudam a antever
possibilidades de aplicação real. “O silício é opaco quando iluminado com uma
luz de 810 nm e o vidro seria ‘invisível’ nessa frequência, mas os dois puderam
ser registrados quando atravessados pelo feixe de 1.550 nm”, conta a física. “A
técnica permitiu registrar a imagem de um objeto opaco e de outro invisível ao
comprimento de onda de detecção (810 nm) – e utilizando uma câmera que é cega
ao comprimento de onda que ilumina o objeto (1.550 nm).”
Suas aplicações poderão ser muitas no futuro, da medicina à computação quântica. “Patenteamos esse método de imagem quântica e vamos desenvolver protótipos para laboratórios de biologia e diagnóstico de tecido”, diz. “Nessa área, muitas vezes o comprimento de onda ideal para iluminar uma amostra é grande – infravermelho – e a amostra é delicada, não pode receber luz forte – e baixos níveis de luz no infravermelho são uma combinação cara e difícil para câmeras.”
![]() |
| A cientista Gabriela, no seu "habitat" |
A pesquisadora também vem trabalhando em outro
experimento ligado à computação quântica. “Na verdade, é isso que eu estou
investigando agora”, revela Lemos, animada. “Estamos montando uma experiência
similar para explorar aplicações desse fenômeno na informação e computação
quântica e espero poder dar mais detalhes dentro de um ano”, conclui,
misteriosa. Esperemos, então, por novos avanços quânticos, com uma certeza em
mente: o que está por vir provavelmente desafiará o senso comum.
Marcelo Garcia - Ciência Hoje On-line
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